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Análises clínicas, atualizações regulatórias (CFM 2.454/2026, RDC 1.000/2025, SNCR até setembro/2026) e gestão de consultório para profissionais de saúde mental no Brasil.
- Laudo psicológico: a estrutura que a Resolução CFP 06/2019 exige (modelo comentado) (2026-09-18)
O laudo psicológico tem seis itens obrigatórios, nessa ordem, e um deles quase sempre é esquecido. Veja o que a Resolução CFP 06/2019 pede em cada parte, com um modelo comentado para adaptar.
- A IA pode dar diagnóstico? O que a CFM 2.454/2026 diz (e o que ela deixa para o médico) (2026-09-17)
Sugerir hipótese é apoio à decisão e está liberado. Diagnosticar e comunicar é ato médico. A CFM 2.454/2026 traça essa linha em três artigos — e a leitura correta muda o que você pode usar hoje.
- Síndrome serotoninérgica: como reconhecer no consultório e quais combinações merecem atenção (2026-09-17)
O clônus é o achado que fecha o diagnóstico — e o que quase ninguém procura. Os critérios de Hunter na íntegra, as combinações que pedem atenção e como diferenciar da síndrome neuroléptica maligna.
- Prontuário do adolescente: sigilo, presença dos pais e o que o médico pode (e deve) contar (2026-09-16)
O Código de Ética veda revelar o sigilo do adolescente com discernimento — inclusive aos pais — salvo risco de dano. O que a norma diz, quando o sigilo cede por lei e como conduzir a consulta em três momentos.
- Troca de antidepressivo (switch): as quatro estratégias e os cuidados de cada uma (2026-09-15)
Trocar antidepressivo não é só "para um e começa outro". São quatro estratégias, cada uma com um risco dominante — e a escolha depende do par de fármacos, do risco de recaída e de quem acompanha.
- Receita de controle especial (branca) eletrônica: validade, vias e o que muda com o SNCR (2026-09-15)
A branca de duas vias é o documento mais emitido na psiquiatria — e o que mais gera dúvida. Validade real, quantidade máxima, o que a RDC 1.000/2025 já mudou no papel e o que muda quando o SNCR entrar no ar.
- Consultório do zero (1/3): o checklist regulatório — CRM, CNPJ, CNES, LGPD e prontuário (2026-09-14)
O que precisa estar em ordem antes de atender o primeiro paciente: registro no CRM, CNES, alvará sanitário, resíduos, LGPD, prontuário e publicidade — item a item, com quem regula cada um.
- Meu paciente usa o ChatGPT como terapeuta: como conversar sobre isso sem julgar (2026-09-13)
Ele desabafa com um chatbot às três da manhã e conta isso na consulta. Um roteiro de cinco perguntas sem julgamento, os riscos que a pesquisa já documentou e o que a norma brasileira cobre — e o que não cobre.
- Depois do suicídio de um paciente: cuidar de quem cuida (2026-09-12)
Perder um paciente por suicídio é uma das experiências mais duras da carreira — e uma das menos faladas. O que a literatura mostra sobre o impacto, o que ajuda de verdade e o que fazer (e não fazer) com o prontuário.
- Síndrome de descontinuação de antidepressivos: como reconhecer, prevenir e registrar (2026-09-11)
Cerca de 1 em cada 6 a 7 pessoas tem sintomas atribuíveis à retirada do antidepressivo. O mnemônico FINISH, como separar de recaída, por que a redução deve ser proporcional e o que escrever no prontuário.
- Plano de segurança (Stanley-Brown): como construir com o paciente em 20 a 45 minutos (2026-09-10)
Os seis passos do plano de segurança de Stanley e Brown, na ordem certa, com exemplo preenchido, o que a meta-análise mostra e como registrar no prontuário sem transformar a conversa em contrato.
- Avaliação de risco de suicídio na consulta: como estruturar e registrar (2026-09-10)
Perguntar sobre suicídio não induz ideação — a revisão da literatura aponta o contrário. Como estruturar a avaliação, o que a lei brasileira exige notificar e um modelo de registro em seis linhas.
- Prontuário: de quem é e quem pode acessar (paciente, família, justiça e após a morte) (2026-09-09)
Os dados do prontuário pertencem ao paciente; a guarda é sua. A partir daí, cada pedido tem uma regra diferente — familiar, ordem judicial, auditoria, polícia e o caso do paciente falecido.
- Exames laboratoriais na primeira consulta psiquiátrica: o que a evidência apoia (2026-09-09)
Não existe painel obrigatório na primeira consulta psiquiátrica. O critério da APA é um só: o exame muda a decisão? Mais a linha de base que os protocolos brasileiros exigem antes de cada psicofármaco.
- SNCR em 30 de setembro: o que muda para quem prescreve controlados (e o que não muda) (2026-09-08)
A data de 30/09/2026 é prazo para a Anvisa disponibilizar o SNCR — não é a data em que o seu talonário vira pó. O que realmente muda, o que já era obrigatório desde maio e o checklist das próximas três semanas.
- Atestado médico com CID: quando pode constar e como registrar o consentimento (2026-09-08)
O CID no atestado não é padrão nem proibido: é exceção com regra própria. O que a CFM 2.381/2024 diz literalmente, a frase de consentimento que resolve e o que fazer quando o empregador "exige".
- Preciso de certificado digital para usar prontuário eletrônico? (2026-09-04)
Para usar o prontuário, não. Para assinar receitas e documentos eletrônicos, sim — e a lei é bem específica sobre quais. O que o certificado é, onde se contrata e o que ele não resolve.
- E se a empresa do prontuário eletrônico fechar? (e se a internet cair?) (2026-09-04)
A obrigação de guardar o prontuário por 20 anos é sua, não do fornecedor. Por isso a pergunta certa não é "e se fechar" — é "como eu saio daqui com tudo". O que exigir em contrato e a rotina que protege você.
- Prontuário genérico ou especializado em saúde mental? Como decidir (2026-09-04)
A pergunta não é qual sistema é melhor — é o que carrega o seu diagnóstico. Em algumas especialidades é o exame de imagem; em saúde mental, é o registro. E há casos claros em que o genérico é a escolha certa.
- Psicólogo pode receitar remédio? O que a lei realmente diz (2026-09-04)
Não — e o motivo não é a Lei do Ato Médico, cujo inciso sobre prescrição foi vetado. A resposta está na lei da própria profissão. Veja também o que o psicólogo pode emitir.
- Overbooking na agenda: dá para fazer sem prejudicar o paciente? (2026-08-29)
A prática existe e tem uma lógica financeira compreensível. Mas em saúde mental o tempo da consulta é parte do tratamento — e é aí que a conta deixa de fechar. Onde está o limite ético, na prática.
- Lembrete de consulta: o que pode (e o que não pode) estar escrito na mensagem (2026-08-29)
O lembrete reduz falta — e é também o ponto em que o sigilo mais escapa sem ninguém perceber. O que a mensagem pode dizer, o que nunca deve, e como combinar o canal antes.
- Posso cobrar quando o paciente falta? O artigo do Código de Ética que quase ninguém cita (2026-08-29)
A resposta que circula é "pode, se avisar antes". Mas há um artigo do Código de Ética Médica que complica essa conclusão — e vale conhecê-lo antes de colocar uma multa na sua política.
- Exemplo de prontuário preenchido: o que um bom registro tem (e por que copiar é arriscado) (2026-08-29)
Um exemplo comentado, item a item, do que a norma exige — com um aviso que quase nenhum "modelo pronto" dá: prontuário copiado é prontuário que não descreve o seu paciente.
- Evolução do paciente: como escrever (com exemplos comentados) (2026-08-29)
A evolução é o registro que sustenta a continuidade do cuidado — e a norma pede data, hora, procedimentos e identificação de quem atendeu. O método SOAP, exemplos bons e ruins, e o que muda entre internação e consultório.
- Ficha de anamnese: como estruturar (e o que muda de uma profissão para outra) (2026-08-29)
A anamnese é item obrigatório do prontuário — e a estrutura que funciona é a mesma há décadas. O roteiro por blocos, o que a norma exige e onde cada profissão segue o próprio conselho.
- Certificação SBIS é obrigatória para o prontuário eletrônico? (2026-08-29)
Não existe obrigação de "ter o selo" — e desde 2018 o próprio CFM revogou o artigo que o previa, por término do convênio com a SBIS. Mas existe uma condição normativa que continua de pé, e é ela que importa.
- Prontuário eletrônico é válido juridicamente? O que as normas realmente dizem (2026-08-29)
A resposta curta é sim — mas a pergunta esconde três perguntas diferentes, e é aí que quase todo mundo se perde. O que vale como prova, o que dispensa o papel e o que permite destruí-lo.
- Primeira avaliação de TDAH no adulto: um fluxo que cabe na consulta (2026-08-23)
Reconstruir a infância, mapear o prejuízo atual, varrer o diferencial e registrar de um jeito que sustente a conduta. O roteiro da primeira consulta — e o que precisa estar no prontuário ao final dela.
- TDAH ou ansiedade? Como diferenciar (e o que fazer quando coexistem) (2026-08-23)
As duas condições produzem desatenção — mas por caminhos diferentes. A trajetória temporal, a qualidade do sintoma e as perguntas que separam um quadro do outro na primeira consulta.
- Estimulantes no TDAH: a notificação amarela na prática (e o detalhe que quase todo mundo erra) (2026-08-23)
Metilfenidato e lisdexanfetamina saem em notificação A, amarela — e, ao contrário da azul, ela vale no país inteiro. Validade, quantidade, o limite de um medicamento por receita e como isso muda o planejamento da consulta.
- Paciente pediu o prontuário: como atender (LGPD + CFM) sem errar (2026-08-23)
É direito dele e dever seu — com prazo, formato e uma ressalva delicada que a psiquiatria conhece bem. O procedimento completo, de quem pode pedir ao que fazer quando a entrega pode causar dano.
- Vazamento de dados clínicos: de quem é a responsabilidade e o que fazer nas primeiras horas (2026-08-23)
O prazo é de 3 dias úteis — e quem comunica é você, mesmo que a falha tenha sido do fornecedor. O passo a passo da Resolução ANPD 15/2024 aplicado à realidade de um consultório de saúde mental.
- Onde ficam os dados do seu prontuário eletrônico? (e o que a LGPD realmente exige) (2026-08-23)
A LGPD não obriga ninguém a manter dados no Brasil — esse é o mito mais repetido do setor. O que ela exige é outra coisa, e há 8 perguntas que separam um fornecedor sério de uma promessa de marketing.
- CFM 2.381/2024: os 14 documentos médicos e as regras para emitir cada um (2026-08-23)
A resolução que aposentou a norma de 2002 definiu, um a um, os documentos que o médico emite — do atestado simples ao laudo pericial — e cravou regras que geram dúvida diária: cobrança, CID no atestado e quem pode emitir o quê.
- Assinatura avançada ou qualificada: qual vale para atestado e receita? (2026-08-23)
Gov.br assina contrato, mas não assina atestado. O mapa da Lei 14.063: os três tipos de assinatura eletrônica, o que o CFM exige nos documentos médicos e onde a qualificada (ICP-Brasil) é obrigatória por lei.
- Guarda de prontuário: 20 anos, a Lei 13.787 e o que muda no digital (2026-08-23)
O prazo conta do último registro — não da primeira consulta. O que a Lei 13.787/2018 realmente exige, quando o papel pode (e quando não pode) ser eliminado, e por que o prontuário que nasce digital vive outra regra.
- Lítio na prática: o checklist de monitorização laboratorial (e os intervalos que importam) (2026-08-23)
O lítio segue insubstituível no transtorno bipolar — e seguro quando a rotina de exames anda em dia. A coleta 12h pós-dose, os intervalos da NICE, as interações que elevam a litemia e como registrar a série no prontuário.
- 7 erros comuns no registro do exame do estado mental (e como corrigir cada um) (2026-08-23)
Do "EEM sem alterações" ao copiar-e-colar da consulta anterior: os tropeços de registro que enfraquecem o prontuário psiquiátrico — clínica e juridicamente — e a correção prática de cada um.
- Juízo crítico e insight: qual a diferença e como registrar no exame do estado mental (2026-08-23)
Os dois itens mais confundidos do EEM não são sinônimos: um fala da relação do paciente com a realidade, o outro da relação dele com a própria condição. A diferença, os exemplos clássicos e frases de registro que sustentam a conduta.
- Psicanalista pode receitar remédio? Entenda quem prescreve no Brasil (2026-08-23)
Não — a menos que também seja médico. A resposta curta esconde uma distinção importante: o que autoriza uma prescrição no Brasil é o registro profissional, não o título. Entenda como psicanálise, psicologia e psiquiatria se complementam.
- Prescrição de controlados por telemedicina: o que pode (e o que trava) (2026-08-16)
A teleconsulta não muda o que você pode prescrever — muda como o documento chega válido à farmácia. O mapa por lista (A3, B1, B2), o que a RDC 1.000 mudou e os gargalos práticos que ninguém avisa.
- Telepsiquiatria para paciente em outro estado: as regras em 2026 (2026-08-16)
Atender por vídeo quem mora longe é permitido — o que trava não é a consulta, é o entorno: o presencial obrigatório a cada 180 dias no acompanhamento crônico e uma receita B1 que não cruza fronteira.
- Primeira consulta pode ser por telemedicina? O que diz a CFM 2.314 (2026-08-16)
Pode — a resolução permite estabelecer a relação médico-paciente por vídeo já na primeira consulta. A pergunta clínica é outra: quando isso é boa medicina em psiquiatria, e o que registrar.
- Secretária, secretária virtual ou WhatsApp próprio? Prós e contras reais (2026-08-15)
Os três modelos funcionam — e os três cobram um preço que ninguém escreve no anúncio: em dinheiro, em gestão ou na sua paz. A comparação honesta, com os contras que os vendedores de cada modelo omitem.
- Prontuário de papel ainda vale em 2026? A resposta honesta (2026-08-15)
Sim, vale — e quem te disser o contrário está vendendo software. A questão real não é validade: é o custo de guardar 20 anos de papel e o cerco digital que cresce ao redor dele. Prós e contras sinceros.
- Quanto cobrar pela consulta: o método de precificação em saúde mental (2026-08-15)
Este guia não vai te dar um número — desconfie de quem dá. Vai te dar o método: o piso que sai da sua planilha, os três fatores que definem o quanto acima dele, e os erros que corroem o valor.
- Receita Saúde: o guia prático do psicólogo (e de todo autônomo da saúde) (2026-08-15)
Desde janeiro de 2025, o recibo do atendimento particular como pessoa física sai pelo app da Receita Federal — e alimenta o Carnê-Leão sozinho. O passo a passo, os erros comuns e o que muda no IR.
- DAP, SOAP ou BIRP: qual formato de evolução usar na psicologia (2026-08-15)
Os três formatos cumprem a CFP 001/2009 — a escolha é sobre o que a sua prática precisa enxergar: a sessão como dado clínico (DAP), o paralelo médico (SOAP) ou a intervenção e a resposta (BIRP).
- Prazo de guarda do prontuário: 5 anos do psicólogo vs 20 do médico (2026-08-15)
Dois profissionais, o mesmo paciente, dois prazos legais diferentes na mesma clínica. O que CFP 001/2009 e CFM 1.821/2007 exigem, o que a Lei 13.787 mudou e como resolver na clínica mista.
- CFP 09/2024 e IA: o que o psicólogo pode fazer (e o que vem da cartilha) (2026-08-15)
A Resolução 09/2024 é citada como "a norma de IA do psicólogo" — mas ela não menciona IA nominalmente. Entender o que é resolução e o que é orientação da cartilha do CFP muda como você documenta.
- Cuidado baseado em medidas (MBC): o que é e como adotar no consultório (2026-08-14)
Aplicar escala uma vez é rastreio. Aplicar sistematicamente e usar o resultado para decidir — isso é MBC, e é um dos fatores que explicam por que ensaios clínicos alcançam desfechos que a prática comum não alcança.
- IA alucina: como revisar texto clínico gerado por IA em 60 segundos (2026-08-14)
A pergunta não é SE a IA erra — é ONDE ela erra em texto clínico: doses, negações, atribuição de fala e lacunas preenchidas com plausibilidade. Um checklist de revisão que cabe entre duas consultas.
- Modelo de evolução psiquiátrica: como estruturar (com exemplo SOAP) (2026-08-14)
A evolução que só diz "paciente estável, mantém conduta" não protege ninguém — nem o paciente, nem você. Um modelo SOAP comentado para psiquiatria, com os erros que mais aparecem em prontuário.
- GDS-15: como aplicar e interpretar a escala de depressão geriátrica (2026-08-09)
No idoso, fadiga, sono ruim e apetite baixo podem ser o corpo — não a depressão. A GDS-15 existe exatamente para esse problema: 15 perguntas sim/não que evitam a armadilha somática do rastreio.
- Transcrição de consulta por IA: 7 perguntas para fazer antes de contratar (2026-08-09)
Onde o áudio é processado? Fica retido? O registro exigido pelo CFM é automático? Quanto custa DE VERDADE? Um roteiro de due diligence para escolher IA clínica — que vale inclusive contra a gente.
- Registro do uso de IA no prontuário: como fazer na prática (CFM 2.454) (2026-08-09)
A resolução exige que o uso de IA seja registrado no prontuário — mas não diz como. Um modelo operacional honesto: o que a norma pede literalmente, o que é interpretação, e exemplos de texto prontos.
- Quais escalas aplicar na primeira consulta psiquiátrica (2026-08-09)
Um kit de base de 5 minutos, gatilhos claros para escalas dirigidas e o erro de transformar a primeira consulta num questionário. Guia prático com a lógica de decisão, não uma lista.
- SPIN: como aplicar e interpretar a triagem de ansiedade social (2026-08-09)
Medo de ser julgado, evitação de falar em público, sintomas físicos diante de estranhos: o SPIN cobre os três domínios da fobia social em 17 itens — e o corte de rastreio é mais baixo do que parece.
- Autismo em adultos: por que o diagnóstico chega tarde (2026-08-09)
Uma geração inteira cresceu antes de os critérios diagnósticos alcançarem quem fala fluentemente, trabalha e "funciona". O diagnóstico tardio de TEA não é moda — é atraso acumulado sendo corrigido.
- CAT-Q: como aplicar e interpretar o questionário de camuflagem autística (2026-08-09)
O CAT-Q não rastreia autismo — mede o esforço de esconder os traços. É exatamente por isso que ele enxerga o que o RAADS-R às vezes perde: a paciente que passou a vida "passando despercebida".
- RAADS-R: como aplicar e interpretar a triagem de autismo em adultos (2026-08-09)
A escala mais usada para triagem de TEA em adultos teve 97% de sensibilidade no estudo original — e uma especificidade que estudos posteriores mostraram ser bem menor na clínica real. Os dois lados importam.
- PHQ-9, BDI-II ou HAM-D: qual escala de depressão usar no consultório (2026-08-09)
As três escalas de depressão mais citadas não competem — respondem a perguntas diferentes. E uma delas é paga, o que muda a decisão para o consultório privado. Comparação factual, sem torcida.
- PCL-5: como aplicar e interpretar o rastreio de TEPT (2026-08-09)
Vinte itens que mapeiam um a um os critérios de TEPT do DSM-5, dois jeitos válidos de pontuar (corte total e regra por cluster) e um erro comum: rotular gravidade acima do corte como se fosse oficial.
- YMRS: como aplicar e interpretar a escala de mania de Young (2026-08-09)
Diferente do PHQ-9 e do MDQ, a YMRS não é para o paciente responder: é o clínico quem pontua, com base na entrevista e nas últimas 48 horas. E quatro dos onze itens valem o dobro — de propósito.
- AUDIT: como aplicar e interpretar o rastreio de uso de álcool (2026-08-09)
Dez perguntas da OMS, quatro zonas de risco e uma conduta sugerida para cada uma. O AUDIT é o rastreio de álcool mais validado do mundo — e o detalhe das questões 9 e 10 muda a pontuação.
- MDQ: como aplicar e interpretar a triagem de transtorno bipolar (2026-08-09)
Toda depressão que chega ao consultório merece uma pergunta: já houve fase de exaltação? O MDQ estrutura esse rastreio em 13 itens — mas a triagem positiva exige 3 critérios, não só a contagem.
- ASRS-v1.1: como aplicar e interpretar o rastreio de TDAH no adulto (2026-08-09)
A escala da OMS para TDAH adulto tem uma pegadinha que quase todo mundo erra: o rastreio não é pela soma total, e sim pela regra da faixa sombreada nos 6 itens da Parte A. Guia prático completo.
- GAD-7: como aplicar, pontuar e interpretar na prática clínica (2026-08-09)
Sete itens, dois minutos, e a escala de ansiedade mais usada em atenção primária e psiquiatria. O que o GAD-7 rastreia bem, o que ele perde, e como usar a curva — não o número isolado.
- PHQ-9: como aplicar, pontuar e interpretar na prática clínica (2026-08-09)
O PHQ-9 leva menos de 3 minutos e é a escala de depressão mais usada no mundo — mas a pontuação isolada engana. Guia prático: aplicação, faixas de gravidade, item 9 e acompanhamento longitudinal.
- CFM 2.454 em vigor desde 26/08: o checklist do psiquiatra (2026-08-09)
Em 26 de agosto a Resolução CFM 2.454/2026 passa a valer — inclusive para a IA que você já usa no consultório. Checklist objetivo: 7 itens do consultório individual, 4 da clínica com equipe e o que não é exigido.
- IA inclusa vs IA cobrada à parte: a conta real por mês (2026-08-08)
O mercado de prontuários adotou três modelos de cobrança para IA: inclusa no plano, add-on pago e exclusiva do plano topo. A diferença anual passa de R$ 6 mil. A matemática, com fontes e datas.
- Alternativa ao PsicoManager: comparação honesta para psicólogos (2026-08-08)
O PsicoManager é uma referência consolidada em psicologia. Se você está avaliando alternativas, esta comparação traz só fatos publicados, com data e fonte — e diz para quem cada um faz sentido.
- Como sair do seu prontuário atual sem perder dados: checklist de saída (2026-08-07)
Trocar de sistema não é arriscado — sair sem planejar é. O checklist completo: o que exportar, em que formato, o que a lei exige guardar, o que perguntar ao suporte e a ordem certa de cancelar.
- Memed sozinha ou prontuário com Memed integrada? A pergunta certa (2026-08-06)
Quem busca "alternativa à Memed" costuma estar fazendo a pergunta errada. A Memed é uma ótima ferramenta de prescrição — a decisão real é usá-la avulsa ou dentro do prontuário, no fluxo da consulta.
- IA que transcreve a consulta: como funciona e é seguro? (2026-07-22)
A transcrição por IA (scribe) escuta a consulta e ajuda a redigir a evolução. Veja como funciona, o que a LGPD e a CFM 2.454/2026 exigem, e o que observar para usar com segurança.
- Modelo de anamnese psiquiátrica completa (2026-07-22)
A anamnese psiquiátrica tem seções próprias que a diferenciam da clínica geral. Veja a estrutura completa, um modelo comentado e os pontos que não podem faltar na primeira consulta.
- Termo de consentimento para teleconsulta: modelo comentado (2026-07-22)
A Resolução CFM 2.314/2022 exige consentimento livre e esclarecido na telemedicina. Veja o que o termo precisa conter, um modelo comentado e como registrá-lo no prontuário.
- Modelo de laudo psiquiátrico: o que não pode faltar (2026-07-22)
O laudo psiquiátrico tem estrutura, finalidade e regras próprias (Resolução CFM 2.381/2024). Veja o que todo laudo precisa conter, um modelo comentado e os erros que mais o invalidam.
- Como reduzir o não comparecimento (no-show) no consultório de saúde mental (2026-07-22)
Faltas sem aviso desorganizam a agenda e interrompem o cuidado. Veja sete alavancas práticas — confirmação, lembrete, política de cancelamento e pagamento antecipado — para reduzir o no-show.
- Posso usar o ChatGPT para escrever a evolução do paciente? O que dizem a LGPD e a CFM 2.454/2026 (2026-07-22)
Colar dados de paciente no ChatGPT esbarra em sigilo, LGPD (dado sensível) e na nova Resolução CFM 2.454/2026. Veja o que pode, o que não pode e como usar IA com segurança na evolução clínica.
- Termo de Consentimento em Psicoterapia: o que o CFP exige (e um modelo) (2026-07-04)
A Resolução CFP 13/2022 obriga um contrato psicoterapêutico — mas ele pode ser verbal, e o termo escrito só é obrigatório em situações específicas. Veja o que precisa constar, quando o escrito é exigido e um modelo de cláusulas.
- Modelo de Anamnese Psicológica: roteiro, o que perguntar e o que diz o CFP (2026-07-03)
Não existe um formulário oficial de anamnese, mas há uma estrutura clínica consolidada e obrigações de registro que ela precisa atender. Veja um roteiro adaptável e as fontes do CFP e da literatura brasileira.
- Modelo de Prontuário e de Evolução em Psicologia: o que o CFP realmente exige (2026-07-03)
Não existe um formulário oficial único, mas existe um conteúdo mínimo obrigatório. Veja o que a Resolução CFP 001/2009 determina e um modelo prático de evolução (SOAP/DAP) que atende à norma sem burocratizar a sessão.
- Quanto Custa um Prontuário Eletrônico? Guia de Preços 2026 (2026-06-11)
Preços publicados pelos principais sistemas, coletados em junho e atualizados em agosto de 2026: de R$ 0 a R$ 679 por profissional/mês — mais um modelo flat por clínica. Tabela com fonte e data, custos ocultos e checklist antes de assinar.
- Primeira Consulta em Psiquiatria Adulta: 10 passos para conduzir bem (2026-05-17)
Um guia prático em 10 etapas para residentes e psiquiatras em início de carreira: da recepção do paciente ao fechamento, com tempo aproximado, perguntas-guia e armadilhas comuns em cada fase.
- CFM 2.454/2026: o guia definitivo da IA na medicina (e como registrar no prontuário) (2026-05-17)
A Resolução CFM 2.454/2026 entra em vigor 180 dias após a publicação no DOU de 27/02/2026. Guia artigo por artigo, lido na fonte oficial: o que a norma exige literalmente, o que é interpretação, modelos de registro prontos e o que ela não diz.
- SNCR e receita controlada eletrônica: o guia definitivo da RDC 1.000/2025 (2026-05-17)
Os novos modelos impressos já são obrigatórios; o SNCR foi prorrogado para 30/09/2026 pela RDC 1.028/2026. Guia lido na fonte oficial: o que vale hoje, o que ainda vai valer, e como se preparar sem parar de prescrever.
- Burnout em Psiquiatra: o esgotamento silencioso de quem cuida de saúde mental (2026-05-16)
Estudos brasileiros mostram alta exaustão emocional em cerca de um terço dos médicos, e a psiquiatria adiciona vetores próprios de risco pela carga emocional cumulativa da especialidade. Fatores específicos da rotina psiquiátrica, sinais precoces e estratégias práticas baseadas em evidência.
- Depressão Unipolar vs Bipolar Tipo II: o erro diagnóstico que custa o tratamento (2026-05-15)
Uma parcela significativa dos pacientes encaminhados como "depressão refratária" pode ter transtorno bipolar tipo II não diagnosticado. O custo não é só clínico — é farmacológico. Cinco sinais pra suspeitar antes de prescrever o segundo antidepressivo.
- As Novas Regras do CFM e SBIS para Prontuários Eletrônicos em 2026: O Que o Psiquiatra Precisa Saber (2026-04-26)
Descubra as exigências legais da Lei 13.787 e da LGPD para clínicas de saúde mental. Entenda por que sistemas genéricos expõem o médico a riscos jurídicos irreversíveis.
- Telemedicina Psiquiátrica: as regras do CFM (Resolução 2.314/2022) — guia atualizado em 2026 (2026-04-26)
Entenda as novas exigências de segurança, consentimento e armazenamento exigidas pelo Conselho Federal de Medicina.
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