Blog CliniqMais
Análises clínicas, atualizações regulatórias (CFM 2.454/2026, RDC 1.000/2025, SNCR até setembro/2026) e gestão de consultório para profissionais de saúde mental no Brasil.
- Validade da receita médica: tabela por tipo de receita e se vale em outro estado (2026-11-02)
Receita comum, de antibiótico, de GLP-1, azul, amarela, branca de controle especial, de retinoide e de talidomida: o prazo de cada uma, se vale em outro estado e a norma que diz isso.
- Contabilidade na área da saúde: o que a Contdias ensina a médicos, psicólogos e clínicas (2026-11-01)
A Contdias, escritório de Belo Horizonte fundado em 1984, dedica boa parte do trabalho a quem atende pacientes. Veja o que ela explica sobre Fator R, pessoa física ou PJ, Receita Saúde e Reforma Tributária.
- Prazo do SNCR prorrogado: receita de controle especial eletrônica sem número vale até março de 2027 (2026-11-01)
A Anvisa prorrogou até 3 de março de 2027 a transição do SNCR para a Receita de Controle Especial e a receita sujeita à retenção eletrônicas. O que mudou, o que não mudou e o que fazer no consultório.
- Recusa terapêutica: o que a Resolução CFM 2.232/2019 diz e como registrar (2026-10-31)
A Resolução CFM 2.232/2019 garante ao paciente capaz o direito de recusar tratamento eletivo, com exceções. Veja quando a recusa vale, os trechos suspensos e como registrar.
- Senhas e verificação em duas etapas no consultório: checklist de segurança (2026-10-30)
Senha compartilhada com a secretária, celular sem bloqueio, ex-funcionário com acesso: um checklist de segurança da informação para o consultório, com base na LGPD, na ANPD e no Código de Ética.
- Pesquisa de satisfação no consultório: como fazer (NPS) sem ferir a ética médica e a LGPD (2026-10-29)
Uma pergunta de 0 a 10 resolve boa parte do problema — se for feita na hora certa, de forma anônima e para melhorar o serviço, não para virar depoimento. O que a CFM 2.336 e a LGPD pedem, e um modelo de mensagem.
- Declaração de óbito: quem preenche e quando o médico é obrigado (2026-10-29)
Quem preenche a declaração de óbito depende de como foi a morte: com assistência, sem assistência ou violenta. O que dizem a Res. CFM 1.779/2005, o Código de Ética e o manual do Ministério da Saúde.
- Encerramento da psicoterapia: como documentar, o que o CFP exige e o que dizer ao paciente (2026-10-28)
O CFP exige o registro do encerramento, mas não diz como. Os quatro tipos de encerramento, o que anotar em cada um, o que fazer quando o paciente some e um modelo para adaptar.
- CFM 2.454 para todo médico: o checklist em 10 itens (além da psiquiatria) (2026-10-27)
A resolução que normatiza a IA na medicina não é assunto de especialidade: vale para radiologia, dermatologia, clínica e consultório. Dez itens ancorados artigo por artigo, com o que fazer em cada um.
- Presentes de pacientes e brindes da indústria: o que o Código de Ética permite (2026-10-27)
O Código de Ética não proíbe com todas as letras o presente de paciente, mas veda tirar vantagem da relação. Com a indústria, as regras são mais duras. Veja o que diz cada norma.
- Convênio ou particular na psiquiatria: como decidir com os seus números (não com os dos outros) (2026-10-26)
A decisão não se resolve com opinião de grupo de WhatsApp. Seis números do seu consultório, o que a regulação define de fato (rol, TISS, contrato) e uma tabela para você preencher antes de escolher.
- Licença-maternidade da médica autônoma ou PJ: como funciona o salário-maternidade (2026-10-25)
A médica autônoma ou sócia de PJ tem direito a 120 dias de salário-maternidade pago pelo INSS. Quem tem direito, como o valor é calculado, a carência julgada pelo STF e como pedir.
- Escriba de IA na consulta: como conduzir o atendimento com o paciente sabendo (2026-10-24)
Avisar que a consulta está sendo transcrita muda a sala. Duas frases que funcionam, quando pausar a gravação, o que fazer se o paciente recusa e o que a CFM 2.454 exige antes de você assinar.
- Psicólogo atendendo online paciente no exterior: o que a Resolução CFP 09/2024 diz (2026-10-23)
A CFP 09/2024 regulamenta o exercício mediado por tecnologia em território nacional — e não trata expressamente do paciente que mora fora. O que está escrito, o que os CRPs orientam e o que a LGPD exige.
- Avaliação no Google: o médico pode responder ao paciente? (2026-10-22)
Pode, desde que a resposta não revele nada do atendimento. O que dizem o Código de Ética e a CFM 2.336/2023, modelos de resposta para elogio e crítica e como denunciar avaliação falsa.
- Relatório médico para a perícia do INSS em saúde mental: modelo comentado (2026-10-22)
O relatório não concede benefício — ele dá ao perito o material para avaliar incapacidade. O que a CFM 2.381/2024 pede, o que a norma do Atestmed exige e um modelo comentado para adaptar.
- Software como dispositivo médico: quando uma IA clínica precisa de registro na Anvisa (2026-10-21)
Nem todo software de saúde é dispositivo médico — e nem toda IA precisa de registro na Anvisa. O que a RDC 657/2022 inclui, o que ela exclui por escrito e como a classe de risco muda a exigência.
- Telemedicina com paciente no exterior (ou médico fora do Brasil): o que a CFM 2.314 permite (2026-10-20)
O art. 2º da CFM 2.314/2022 permite a telemedicina "dentro do território nacional". Sobre o que acontece quando paciente ou médico cruzam a fronteira, a resolução é silente — e é aí que mora o risco.
- Diretor técnico de clínica: quem pode ser e quais são as responsabilidades (2026-10-20)
Toda clínica com CNPJ registrada no CRM tem um diretor técnico. Quem pode assumir, quantas direções acumular, o que a Res. CFM 2.147/2016 manda fazer e como sair do cargo.
- Prontuário eletrônico sem fidelidade: o que checar no contrato antes de assinar (2026-10-19)
"Sem fidelidade" é só a primeira linha. O que decide se você consegue sair de um prontuário eletrônico está na exportação, na retenção após o cancelamento e na cláusula de responsabilidade — com checklist.
- Dia do Médico: o que sabemos (de verdade) sobre a saúde mental dos médicos no Brasil (2026-10-18)
No 18 de outubro, sem número inventado: o que as meta-análises mostram sobre depressão, burnout e suicídio em médicos, que dado brasileiro existe e o que o Código de Ética diz sobre adoecer.
- Plantão, privação de sono e desempenho: o que a evidência mostra e o que dá para fazer (2026-10-17)
Depois de 17 a 19 horas acordado, o desempenho já se parece com o de quem bebeu. O que os estudos mediram de fato, o que a lei da residência prevê e quais contramedidas têm evidência.
- Médico pode cobrar por atestado, relatório ou laudo? O que dizem as normas (2026-10-16)
Atestado não se cobra; relatório para perícia, sim. O que a Res. CFM 2.381/2024 e o Código de Ética dizem sobre honorários de cada documento médico, e como combinar antes.
- Backup do consultório: a regra 3-2-1 e o que a LGPD exige (2026-10-15)
A LGPD manda proteger dados contra perda e destruição, e o prontuário tem de durar décadas. Como montar o backup do consultório com a regra 3-2-1, testar a restauração e o que perguntar ao sistema.
- Interdição e curatela depois da Lei 13.146/2015: o que mudou e o que o laudo psiquiátrico precisa dizer (2026-10-15)
Curatela deixou de ser um rótulo sobre a pessoa e virou uma medida sob medida para atos específicos. O que isso exige do laudo psiquiátrico, ato por ato, com modelo comentado e prazo de revisão.
- Receita azul eletrônica (B1) na prática: benzodiazepínicos, hipnóticos e o que muda na consulta (2026-10-14)
A notificação azul agora pode ser eletrônica. O que continua igual (30 dias, uma substância, até 60 dias de tratamento), o que muda no fluxo e os cuidados na teleconsulta.
- Encarregado de dados (DPO) no consultório: o médico precisa ter um? (2026-10-14)
A LGPD manda indicar encarregado, mas a ANPD dispensa o pequeno porte, exceto em tratamento de alto risco. Veja os critérios da norma, o que fazer se houver dispensa e como indicar.
- IA generativa e referências inventadas: como checar uma citação em 2 minutos (2026-10-13)
Autores plausíveis, periódico real, ano redondo — e o artigo não existe. Os números dos estudos que mediram isso e uma rotina de quatro passos que cabe em dois minutos antes de citar.
- Médico pode se recusar a atender um paciente? O que o Código de Ética permite (2026-10-13)
O médico pode recusar paciente e até renunciar a um acompanhamento, mas com limites claros. Quando o Código de Ética permite, quando proíbe e como registrar a renúncia.
- Limites com pacientes: mensagens fora de hora, disponibilidade e a saúde de quem atende (2026-10-12)
Combinar regras de contato não é frieza: é o que permite responder bem quando importa. O que a norma exige, o que ela não regula, e um modelo de texto para alinhar com o paciente na primeira consulta.
- Médico pode ser MEI? Qual CNPJ abrir para o consultório (2026-10-11)
Médico não pode ser MEI: a medicina não está na lista de ocupações permitidas. Veja as opções de CNPJ, a regra do Fator R no Simples e o registro da empresa no CRM.
- Receita azul e amarela digital já estão valendo? O que mudou em 30 de setembro (2026-10-09)
Desde 30/09/2026 a notificação azul e a amarela podem ser emitidas em meio eletrônico. O que é preciso para emitir, o que continua igual e como a farmácia confere a receita.
- Numeração da notificação de receita eletrônica: como pedir à Vigilância Sanitária (2026-10-09)
Para emitir a azul e a amarela eletrônicas, a numeração vem da Vigilância Sanitária e precisa ser atribuída para uso eletrônico. O passo a passo, os erros comuns e o caso da telemedicina.
- Publicidade médica no Instagram: o que a CFM 2.336/2023 permite e o que segue vedado (2026-10-09)
Preço da consulta pode. Selfie pode. "Melhor psiquiatra" não pode. O que a Resolução CFM 2.336/2023 liberou para as redes próprias do médico, o que continua vedado e a tabela para consultar antes de postar.
- Atestado psicológico: o psicólogo pode emitir? O que pode (e não pode) conter (2026-10-08)
Sim, o atestado psicológico é documento previsto na Resolução CFP 06/2019 — com estrutura própria, regra para o CID e um prazo de validade obrigatório que quase todo mundo esquece de escrever.
- Mini-Exame do Estado Mental (MEEM): como aplicar e os valores por escolaridade no Brasil (2026-10-08)
Os números de Brucki et al. (2003) que todo mundo chama de "ponto de corte" são medianas de referência — e os próprios autores explicaram por quê. Os valores, as adaptações brasileiras e o que registrar.
- Declaração de comparecimento ou atestado? Diferenças, quem emite e modelo comentado (2026-10-07)
Uma atesta presença; a outra, incapacidade. A CFM 2.381/2024 define as duas e diz até quem pode emitir cada uma. As diferenças, o que não pode entrar e dois modelos para adaptar.
- Termo de consentimento para uso de IA na consulta: modelo comentado (CFM 2.454 + LGPD) (2026-10-06)
A CFM 2.454/2026 manda informar o paciente e respeitar a recusa — mas não exige termo assinado. Entenda a diferença entre informar e pedir consentimento LGPD, e use um modelo comentado de ciência.
- Clozapina: como funciona a monitorização hematológica no Brasil (e o que mudou lá fora) (2026-10-06)
A bula brasileira pede hemograma antes de iniciar, semanal nos primeiros seis meses e quinzenal depois. Os limiares exatos, o que fazer em cada faixa, o fim do REMS nos EUA e por que ele não muda a conduta aqui.
- Receita de Controle Especial com número do SNCR: como emitir no CliniqMais (passo a passo) (2026-10-05)
O CliniqMais já emite a Receita de Controle Especial eletrônica com número do SNCR, no modelo da Anvisa e assinada com ICP-Brasil. Veja o passo a passo, o prazo da transição, prorrogado até 03/03/2027, e o que continua igual.
- Prontuário eletrônico gratuito: 8 coisas para checar antes de depender de um (2026-10-05)
Prontuário gratuito pode valer muito a pena — desde que você saiba o que está aceitando. Um checklist honesto de limites, exportação, guarda de 20 anos, assinatura e modelo de negócio.
- Insônia: por que a TCC-I é a primeira linha e como estruturá-la no consultório (2026-10-04)
A diretriz da AASM dá recomendação forte para a TCC-I multicomponente; a europeia a coloca como primeira linha em qualquer idade. O que cada componente faz, o que a versão digital entrega e um roteiro de 4 a 6 sessões.
- Índice de Gravidade de Insônia (ISI): como aplicar, pontuar e acompanhar o tratamento (2026-10-03)
Sete itens, escore de 0 a 28 e quatro faixas de gravidade. Como pontuar o ISI, quais pontos de corte a literatura sustenta, quanta mudança indica resposta ao tratamento e como registrar a série no prontuário.
- Comissão de IA e Telemedicina: quem precisa criar, o que ela faz e quem responde (CFM 2.454) (2026-10-02)
A CFM 2.454 criou uma Comissão de IA e Telemedicina — mas não para todo mundo. Quem precisa constituir, o que ela deve cobrir pelo Anexo III, quem responde perante o CRM e um esqueleto de regimento para adaptar.
- Consultório do zero (3/3): secretária, LGPD e o termo de confidencialidade que protege todo mundo (2026-10-01)
A secretária vê agenda, nome e telefone — e às vezes muito mais. O que o Código de Ética e a LGPD exigem de quem contrata, o princípio do menor privilégio e um modelo de termo para adaptar.
- Quebra de sigilo médico: quando é permitida, quando é obrigatória e como registrar (2026-10-01)
O art. 73 do Código de Ética abre três portas — motivo justo, dever legal e consentimento por escrito. Quais situações a lei realmente obriga a comunicar, a quem, em que prazo e o que escrever no prontuário.
- Acatisia: como reconhecer, diferenciar de ansiedade e registrar (com a escala de Barnes) (2026-09-30)
A queixa é "não consigo ficar parado" — e a resposta errada é subir a dose. Como identificar acatisia, separá-la de ansiedade, agitação e pernas inquietas, e registrar com a escala de Barnes.
- Psicólogo pode usar CID em documentos? O que o CFP realmente diz (2026-09-29)
A resposta curta é sim — com condições. Onde o CID aparece na Resolução CFP 06/2019, por que ele é faculdade e não obrigação, e quando a autorização por escrito da pessoa atendida é necessária.
- Prolongamento do QT e psicofármacos: quando pedir ECG e como registrar a decisão (2026-09-29)
ECG para todo mundo que começa antidepressivo? Não. O que a literatura sustenta é estratificar risco: quais fármacos entram no radar, quais fatores mudam a conta e o que escrever no prontuário.
- Médico sai da clínica: o que acontece com os prontuários dos pacientes? (2026-09-28)
Os dados são do paciente, a guarda é de quem mantém o arquivo — e quem sai não leva os prontuários debaixo do braço. O que dizem o CFM, o Código de Ética e a LGPD, e o que combinar em contrato.
- Luto ou depressão? O que mudou com o DSM-5-TR e como registrar a avaliação (2026-09-27)
O DSM-5-TR criou o Transtorno do Luto Prolongado, com critério de 12 meses; a CID-11 pede 6. O que separa luto de depressão na clínica, qual instrumento usar e o que registrar.
- Síndrome do impostor no jovem médico: o que a literatura mostra e o que ajuda (2026-09-26)
A sensação de ser uma fraude prestes a ser descoberta tem nome, tem escala e tem literatura — mas não tem diagnóstico. O que as revisões mostram sobre prevalência, o que anda junto e o que ajuda.
- Como organizar prontuários de pacientes: do papel ao digital sem perder a validade (2026-09-25)
Inventário, prazos de guarda, digitalização com valor legal e descarte seguro: um roteiro em cinco etapas, ancorado na Lei 13.787, na CFM 1.821 e no parecer do CFM de 2026 sobre eliminação.
- Contrato terapêutico em psicologia: o que combinar na primeira sessão (CFP 13/2022) (2026-09-24)
A Resolução CFP 13/2022 lista cinco pontos que o contrato precisa evidenciar — e deixa faltas, atrasos e reajuste por conta do combinado. Um modelo comentado, cláusula por cláusula.
- Desmame de benzodiazepínicos: princípios, ritmo e como registrar o plano (2026-09-24)
Reduzir devagar, deixar o paciente ditar o passo e escrever o plano com datas. O que as fontes clássicas e a diretriz conjunta de 2025 dizem sobre ritmo, troca de fármaco e o que a psicoterapia acrescenta.
- Classificação de risco da CFM 2.454: baixo, médio, alto — e o "inaceitável" que a norma nomeia mas não define (2026-09-23)
O art. 13 da CFM 2.454 categoriza a IA médica em quatro níveis de risco. O Anexo II descreve três. O que a norma diz de fato sobre cada nível, como classificar uma ferramenta e o que fazer com a lacuna.
- Receita eletrônica na farmácia: como o paciente usa e o que fazer quando recusam (2026-09-22)
O paciente recebe um PDF, a farmácia hesita e todo mundo perde tempo. O caminho que a lei desenhou, o validador oficial do ITI e uma tabela de problema × solução para destravar a dispensação.
- Antipsicóticos e síndrome metabólica: o protocolo de monitorização que cabe no consultório (2026-09-22)
Peso, cintura, pressão, glicemia e lipídios têm um cronograma consagrado desde 2004 — e ele cabe em cinco minutos de consulta. O que medir, quando medir e o que fazer quando o número piora.
- Consultório do zero (2/3): Receita Saúde e Carnê-Leão para o médico pessoa física (2026-09-21)
Desde 2025, o recibo do médico pessoa física é eletrônico e sai do app da Receita. Veja os pré-requisitos, como emitir, o prazo do retroativo, a multa por atraso e como isso conversa com o carnê-leão.
- Renovar receita sem consulta: o que o Código de Ética e a CFM 2.314 permitem (2026-09-20)
O pedido chega toda semana pelo WhatsApp. A norma não proíbe renovar receita a distância — proíbe prescrever sem avaliar. Veja a diferença, o que a teleconsulta resolve e como organizar isso na agenda.
- Escala de Sonolência de Epworth: como aplicar e interpretar (e o que ela não diz) (2026-09-19)
Oito situações, escore de 0 a 24 e uma pergunta só: qual a chance de cochilar? Veja as faixas oficiais de interpretação, o que a Epworth não mede e por que ela pesa na consulta psiquiátrica.
- Laudo psicológico: a estrutura que a Resolução CFP 06/2019 exige (modelo comentado) (2026-09-18)
O laudo psicológico tem seis itens obrigatórios, nessa ordem, e um deles quase sempre é esquecido. Veja o que a Resolução CFP 06/2019 pede em cada parte, com um modelo comentado para adaptar.
- A IA pode dar diagnóstico? O que a CFM 2.454/2026 diz (e o que ela deixa para o médico) (2026-09-17)
Sugerir hipótese é apoio à decisão e está liberado. Diagnosticar e comunicar é ato médico. A CFM 2.454/2026 traça essa linha em três artigos — e a leitura correta muda o que você pode usar hoje.
- Síndrome serotoninérgica: como reconhecer no consultório e quais combinações merecem atenção (2026-09-17)
O clônus é o achado que fecha o diagnóstico — e o que quase ninguém procura. Os critérios de Hunter na íntegra, as combinações que pedem atenção e como diferenciar da síndrome neuroléptica maligna.
- Prontuário do adolescente: sigilo, presença dos pais e o que o médico pode (e deve) contar (2026-09-16)
O Código de Ética veda revelar o sigilo do adolescente com discernimento — inclusive aos pais — salvo risco de dano. O que a norma diz, quando o sigilo cede por lei e como conduzir a consulta em três momentos.
- Troca de antidepressivo (switch): as quatro estratégias e os cuidados de cada uma (2026-09-15)
Trocar antidepressivo não é só "para um e começa outro". São quatro estratégias, cada uma com um risco dominante — e a escolha depende do par de fármacos, do risco de recaída e de quem acompanha.
- Receita de controle especial (branca) eletrônica: validade, vias e o que muda com o SNCR (2026-09-15)
A branca de duas vias é o documento mais emitido na psiquiatria — e o que mais gera dúvida. Validade real, quantidade máxima, o que a RDC 1.000/2025 já mudou no papel e o que muda com o SNCR, no ar desde 30/09/2026.
- Consultório do zero (1/3): o checklist regulatório — CRM, CNPJ, CNES, LGPD e prontuário (2026-09-14)
O que precisa estar em ordem antes de atender o primeiro paciente: registro no CRM, CNES, alvará sanitário, resíduos, LGPD, prontuário e publicidade — item a item, com quem regula cada um.
- Meu paciente usa o ChatGPT como terapeuta: como conversar sobre isso sem julgar (2026-09-13)
Ele desabafa com um chatbot às três da manhã e conta isso na consulta. Um roteiro de cinco perguntas sem julgamento, os riscos que a pesquisa já documentou e o que a norma brasileira cobre — e o que não cobre.
- Depois do suicídio de um paciente: cuidar de quem cuida (2026-09-12)
Perder um paciente por suicídio é uma das experiências mais duras da carreira — e uma das menos faladas. O que a literatura mostra sobre o impacto, o que ajuda de verdade e o que fazer (e não fazer) com o prontuário.
- Síndrome de descontinuação de antidepressivos: como reconhecer, prevenir e registrar (2026-09-11)
Cerca de 1 em cada 6 a 7 pessoas tem sintomas atribuíveis à retirada do antidepressivo. O mnemônico FINISH, como separar de recaída, por que a redução deve ser proporcional e o que escrever no prontuário.
- Plano de segurança (Stanley-Brown): como construir com o paciente em 20 a 45 minutos (2026-09-10)
Os seis passos do plano de segurança de Stanley e Brown, na ordem certa, com exemplo preenchido, o que a meta-análise mostra e como registrar no prontuário sem transformar a conversa em contrato.
- Avaliação de risco de suicídio na consulta: como estruturar e registrar (2026-09-10)
Perguntar sobre suicídio não induz ideação — a revisão da literatura aponta o contrário. Como estruturar a avaliação, o que a lei brasileira exige notificar e um modelo de registro em seis linhas.
- Prontuário: de quem é e quem pode acessar (paciente, família, justiça e após a morte) (2026-09-09)
Os dados do prontuário pertencem ao paciente; a guarda é sua. A partir daí, cada pedido tem uma regra diferente — familiar, ordem judicial, auditoria, polícia e o caso do paciente falecido.
- Exames laboratoriais na primeira consulta psiquiátrica: o que a evidência apoia (2026-09-09)
Não existe painel obrigatório na primeira consulta psiquiátrica. O critério da APA é um só: o exame muda a decisão? Mais a linha de base que os protocolos brasileiros exigem antes de cada psicofármaco.
- SNCR em 30 de setembro: o que muda para quem prescreve controlados (e o que não muda) (2026-09-08)
Em 30/09/2026 começa a etapa eletrônica do SNCR — e o seu talonário não vira pó. O que realmente muda, o que já era obrigatório desde maio e o checklist até o fim da transição, prorrogada até 03/03/2027.
- Atestado médico com CID: quando pode constar e como registrar o consentimento (2026-09-08)
O CID no atestado não é padrão nem proibido: é exceção com regra própria. O que a CFM 2.381/2024 diz literalmente, a frase de consentimento que resolve e o que fazer quando o empregador "exige".
- Preciso de certificado digital para usar prontuário eletrônico? (2026-09-04)
Para usar o prontuário, não. Para assinar receitas e documentos eletrônicos, sim — e a lei é bem específica sobre quais. O que o certificado é, onde se contrata e o que ele não resolve.
- E se a empresa do prontuário eletrônico fechar? (e se a internet cair?) (2026-09-04)
A obrigação de guardar o prontuário por 20 anos é sua, não do fornecedor. Por isso a pergunta certa não é "e se fechar" — é "como eu saio daqui com tudo". O que exigir em contrato e a rotina que protege você.
- Prontuário genérico ou especializado em saúde mental? Como decidir (2026-09-04)
A pergunta não é qual sistema é melhor — é o que carrega o seu diagnóstico. Em algumas especialidades é o exame de imagem; em saúde mental, é o registro. E há casos claros em que o genérico é a escolha certa.
- Psicólogo pode receitar remédio? O que a lei realmente diz (2026-09-04)
Não — e o motivo não é a Lei do Ato Médico, cujo inciso sobre prescrição foi vetado. A resposta está na lei da própria profissão. Veja também o que o psicólogo pode emitir.
- Overbooking na agenda: dá para fazer sem prejudicar o paciente? (2026-08-29)
A prática existe e tem uma lógica financeira compreensível. Mas em saúde mental o tempo da consulta é parte do tratamento — e é aí que a conta deixa de fechar. Onde está o limite ético, na prática.
- Lembrete de consulta: o que pode (e o que não pode) estar escrito na mensagem (2026-08-29)
O lembrete reduz falta — e é também o ponto em que o sigilo mais escapa sem ninguém perceber. O que a mensagem pode dizer, o que nunca deve, e como combinar o canal antes.
- Posso cobrar quando o paciente falta? O artigo do Código de Ética que quase ninguém cita (2026-08-29)
A resposta que circula é "pode, se avisar antes". Mas há um artigo do Código de Ética Médica que complica essa conclusão — e vale conhecê-lo antes de colocar uma multa na sua política.
- Exemplo de prontuário preenchido: o que um bom registro tem (e por que copiar é arriscado) (2026-08-29)
Um exemplo comentado, item a item, do que a norma exige — com um aviso que quase nenhum "modelo pronto" dá: prontuário copiado é prontuário que não descreve o seu paciente.
- Evolução do paciente: como escrever (com exemplos comentados) (2026-08-29)
A evolução é o registro que sustenta a continuidade do cuidado — e a norma pede data, hora, procedimentos e identificação de quem atendeu. O método SOAP, exemplos bons e ruins, e o que muda entre internação e consultório.
- Ficha de anamnese: como estruturar (e o que muda de uma profissão para outra) (2026-08-29)
A anamnese é item obrigatório do prontuário — e a estrutura que funciona é a mesma há décadas. O roteiro por blocos, o que a norma exige e onde cada profissão segue o próprio conselho.
- Certificação SBIS é obrigatória para o prontuário eletrônico? (2026-08-29)
Não existe obrigação de "ter o selo" — e desde 2018 o próprio CFM revogou o artigo que o previa, por término do convênio com a SBIS. Mas existe uma condição normativa que continua de pé, e é ela que importa.
- Prontuário eletrônico é válido juridicamente? O que as normas realmente dizem (2026-08-29)
A resposta curta é sim — mas a pergunta esconde três perguntas diferentes, e é aí que quase todo mundo se perde. O que vale como prova, o que dispensa o papel e o que permite destruí-lo.
- Primeira avaliação de TDAH no adulto: um fluxo que cabe na consulta (2026-08-23)
Reconstruir a infância, mapear o prejuízo atual, varrer o diferencial e registrar de um jeito que sustente a conduta. O roteiro da primeira consulta — e o que precisa estar no prontuário ao final dela.
- TDAH ou ansiedade? Como diferenciar (e o que fazer quando coexistem) (2026-08-23)
As duas condições produzem desatenção — mas por caminhos diferentes. A trajetória temporal, a qualidade do sintoma e as perguntas que separam um quadro do outro na primeira consulta.
- Estimulantes no TDAH: a notificação amarela na prática (e o detalhe que quase todo mundo erra) (2026-08-23)
Metilfenidato e lisdexanfetamina saem em notificação A, amarela — válida no país inteiro, como a azul desde a RDC 873/2024. Validade, quantidade, o limite de um medicamento por receita e como isso muda o planejamento da consulta.
- Paciente pediu o prontuário: como atender (LGPD + CFM) sem errar (2026-08-23)
É direito dele e dever seu — com prazo, formato e uma ressalva delicada que a psiquiatria conhece bem. O procedimento completo, de quem pode pedir ao que fazer quando a entrega pode causar dano.
- Vazamento de dados clínicos: de quem é a responsabilidade e o que fazer nas primeiras horas (2026-08-23)
O prazo é de 3 dias úteis — e quem comunica é você, mesmo que a falha tenha sido do fornecedor. O passo a passo da Resolução ANPD 15/2024 aplicado à realidade de um consultório de saúde mental.
- Onde ficam os dados do seu prontuário eletrônico? (e o que a LGPD realmente exige) (2026-08-23)
A LGPD não obriga ninguém a manter dados no Brasil — esse é o mito mais repetido do setor. O que ela exige é outra coisa, e há 8 perguntas que separam um fornecedor sério de uma promessa de marketing.
- CFM 2.381/2024: os 14 documentos médicos e as regras para emitir cada um (2026-08-23)
A resolução que aposentou a norma de 2002 definiu, um a um, os documentos que o médico emite — do atestado simples ao laudo pericial — e cravou regras que geram dúvida diária: cobrança, CID no atestado e quem pode emitir o quê.
- Assinatura avançada ou qualificada: qual vale para atestado e receita? (2026-08-23)
Gov.br assina contrato, mas não assina atestado. O mapa da Lei 14.063: os três tipos de assinatura eletrônica, o que o CFM exige nos documentos médicos e onde a qualificada (ICP-Brasil) é obrigatória por lei.
- Guarda de prontuário: 20 anos, a Lei 13.787 e o que muda no digital (2026-08-23)
O prazo conta do último registro — não da primeira consulta. O que a Lei 13.787/2018 realmente exige, quando o papel pode (e quando não pode) ser eliminado, e por que o prontuário que nasce digital vive outra regra.
- Lítio na prática: o checklist de monitorização laboratorial (e os intervalos que importam) (2026-08-23)
O lítio segue insubstituível no transtorno bipolar — e seguro quando a rotina de exames anda em dia. A coleta 12h pós-dose, os intervalos da NICE, as interações que elevam a litemia e como registrar a série no prontuário.
- 7 erros comuns no registro do exame do estado mental (e como corrigir cada um) (2026-08-23)
Do "EEM sem alterações" ao copiar-e-colar da consulta anterior: os tropeços de registro que enfraquecem o prontuário psiquiátrico — clínica e juridicamente — e a correção prática de cada um.
- Juízo crítico e insight: qual a diferença e como registrar no exame do estado mental (2026-08-23)
Os dois itens mais confundidos do EEM não são sinônimos: um fala da relação do paciente com a realidade, o outro da relação dele com a própria condição. A diferença, os exemplos clássicos e frases de registro que sustentam a conduta.
- Psicanalista pode receitar remédio? Entenda quem prescreve no Brasil (2026-08-23)
Não — a menos que também seja médico. A resposta curta esconde uma distinção importante: o que autoriza uma prescrição no Brasil é o registro profissional, não o título. Entenda como psicanálise, psicologia e psiquiatria se complementam.
- Prescrição de controlados por telemedicina: o que pode (e o que trava) (2026-08-16)
A teleconsulta não muda o que você pode prescrever — muda como o documento chega válido à farmácia. O mapa por lista (A3, B1, B2), o que a RDC 1.000 mudou e os gargalos práticos que ninguém avisa.
- Telepsiquiatria para paciente em outro estado: as regras em 2026 (2026-08-16)
Atender por vídeo quem mora longe é permitido — o que trava não é a consulta, é o entorno: o presencial obrigatório a cada 180 dias no acompanhamento crônico e uma receita B1 que não cruza fronteira.
- Primeira consulta pode ser por telemedicina? O que diz a CFM 2.314 (2026-08-16)
Pode — a resolução permite estabelecer a relação médico-paciente por vídeo já na primeira consulta. A pergunta clínica é outra: quando isso é boa medicina em psiquiatria, e o que registrar.
- Prontuário de papel ainda vale em 2026? A resposta honesta (2026-08-15)
Sim, vale — e quem te disser o contrário está vendendo software. A questão real não é validade: é o custo de guardar 20 anos de papel e o cerco digital que cresce ao redor dele. Prós e contras sinceros.
- Secretária, secretária virtual ou WhatsApp próprio? Prós e contras reais (2026-08-15)
Os três modelos funcionam — e os três cobram um preço que ninguém escreve no anúncio: em dinheiro, em gestão ou na sua paz. A comparação honesta, com os contras que os vendedores de cada modelo omitem.
- Quanto cobrar pela consulta: o método de precificação em saúde mental (2026-08-15)
Este guia não vai te dar um número — desconfie de quem dá. Vai te dar o método: o piso que sai da sua planilha, os três fatores que definem o quanto acima dele, e os erros que corroem o valor.
- Receita Saúde: o guia prático do psicólogo (e de todo autônomo da saúde) (2026-08-15)
Desde janeiro de 2025, o recibo do atendimento particular como pessoa física sai pelo app da Receita Federal — e alimenta o Carnê-Leão sozinho. O passo a passo, os erros comuns e o que muda no IR.
- DAP, SOAP ou BIRP: qual formato de evolução usar na psicologia (2026-08-15)
Os três formatos cumprem a CFP 001/2009 — a escolha é sobre o que a sua prática precisa enxergar: a sessão como dado clínico (DAP), o paralelo médico (SOAP) ou a intervenção e a resposta (BIRP).
- Prazo de guarda do prontuário: 5 anos do psicólogo vs 20 do médico (2026-08-15)
Dois profissionais, o mesmo paciente, dois prazos legais diferentes na mesma clínica. O que CFP 001/2009 e CFM 1.821/2007 exigem, o que a Lei 13.787 mudou e como resolver na clínica mista.
- CFP 09/2024 e IA: o que o psicólogo pode fazer (e o que vem da cartilha) (2026-08-15)
A Resolução 09/2024 é citada como "a norma de IA do psicólogo" — mas ela não menciona IA nominalmente. Entender o que é resolução e o que é orientação da cartilha do CFP muda como você documenta.
- Cuidado baseado em medidas (MBC): o que é e como adotar no consultório (2026-08-14)
Aplicar escala uma vez é rastreio. Aplicar sistematicamente e usar o resultado para decidir — isso é MBC, e é um dos fatores que explicam por que ensaios clínicos alcançam desfechos que a prática comum não alcança.
- IA alucina: como revisar texto clínico gerado por IA em 60 segundos (2026-08-14)
A pergunta não é SE a IA erra — é ONDE ela erra em texto clínico: doses, negações, atribuição de fala e lacunas preenchidas com plausibilidade. Um checklist de revisão que cabe entre duas consultas.
- Modelo de evolução psiquiátrica: como estruturar (com exemplo SOAP) (2026-08-14)
A evolução que só diz "paciente estável, mantém conduta" não protege ninguém — nem o paciente, nem você. Um modelo SOAP comentado para psiquiatria, com os erros que mais aparecem em prontuário.
- GDS-15: como aplicar e interpretar a escala de depressão geriátrica (2026-08-09)
No idoso, fadiga, sono ruim e apetite baixo podem ser o corpo — não a depressão. A GDS-15 existe exatamente para esse problema: 15 perguntas sim/não que evitam a armadilha somática do rastreio.
- Transcrição de consulta por IA: 7 perguntas para fazer antes de contratar (2026-08-09)
Onde o áudio é processado? Fica retido? O registro exigido pelo CFM é automático? Quanto custa DE VERDADE? Um roteiro de due diligence para escolher IA de documentação clínica — que vale inclusive contra a gente.
- Registro do uso de IA no prontuário: como fazer na prática (CFM 2.454) (2026-08-09)
A resolução exige que o uso de IA seja registrado no prontuário — mas não diz como. Um modelo operacional honesto: o que a norma pede literalmente, o que é interpretação, e exemplos de texto prontos.
- Quais escalas aplicar na primeira consulta psiquiátrica (2026-08-09)
Um kit de base de 5 minutos, gatilhos claros para escalas dirigidas e o erro de transformar a primeira consulta num questionário. Guia prático com a lógica de decisão, não uma lista.
- SPIN: como aplicar e interpretar a triagem de ansiedade social (2026-08-09)
Medo de ser julgado, evitação de falar em público, sintomas físicos diante de estranhos: o SPIN cobre os três domínios da fobia social em 17 itens — e o corte de rastreio é mais baixo do que parece.
- Autismo em adultos: por que o diagnóstico chega tarde (2026-08-09)
Uma geração inteira cresceu antes de os critérios diagnósticos alcançarem quem fala fluentemente, trabalha e "funciona". O diagnóstico tardio de TEA não é moda — é atraso acumulado sendo corrigido.
- CAT-Q: como aplicar e interpretar o questionário de camuflagem autística (2026-08-09)
O CAT-Q não rastreia autismo — mede o esforço de esconder os traços. É exatamente por isso que ele enxerga o que o RAADS-R às vezes perde: a paciente que passou a vida "passando despercebida".
- RAADS-R: como aplicar e interpretar a triagem de autismo em adultos (2026-08-09)
A escala mais usada para triagem de TEA em adultos teve 97% de sensibilidade no estudo original — e uma especificidade que estudos posteriores mostraram ser bem menor na clínica real. Os dois lados importam.
- PHQ-9, BDI-II ou HAM-D: qual escala de depressão usar no consultório (2026-08-09)
As três escalas de depressão mais citadas não competem — respondem a perguntas diferentes. E uma delas é paga, o que muda a decisão para o consultório privado. Comparação factual, sem torcida.
- PCL-5: como aplicar e interpretar o rastreio de TEPT (2026-08-09)
Vinte itens que mapeiam um a um os critérios de TEPT do DSM-5, dois jeitos válidos de pontuar (corte total e regra por cluster) e um erro comum: rotular gravidade acima do corte como se fosse oficial.
- YMRS: como aplicar e interpretar a escala de mania de Young (2026-08-09)
Diferente do PHQ-9 e do MDQ, a YMRS não é para o paciente responder: é o clínico quem pontua, com base na entrevista e nas últimas 48 horas. E quatro dos onze itens valem o dobro — de propósito.
- AUDIT: como aplicar e interpretar o rastreio de uso de álcool (2026-08-09)
Dez perguntas da OMS, quatro zonas de risco e uma conduta sugerida para cada uma. O AUDIT é o rastreio de álcool mais validado do mundo — e o detalhe das questões 9 e 10 muda a pontuação.
- MDQ: como aplicar e interpretar a triagem de transtorno bipolar (2026-08-09)
Toda depressão que chega ao consultório merece uma pergunta: já houve fase de exaltação? O MDQ estrutura esse rastreio em 13 itens — mas a triagem positiva exige 3 critérios, não só a contagem.
- ASRS-v1.1: como aplicar e interpretar o rastreio de TDAH no adulto (2026-08-09)
A escala da OMS para TDAH adulto tem uma pegadinha que quase todo mundo erra: o rastreio não é pela soma total, e sim pela regra da faixa sombreada nos 6 itens da Parte A. Guia prático completo.
- GAD-7: como aplicar, pontuar e interpretar na prática clínica (2026-08-09)
Sete itens, dois minutos, e a escala de ansiedade mais usada em atenção primária e psiquiatria. O que o GAD-7 rastreia bem, o que ele perde, e como usar a curva — não o número isolado.
- PHQ-9: como aplicar, pontuar e interpretar na prática clínica (2026-08-09)
O PHQ-9 leva menos de 3 minutos e é a escala de depressão mais usada no mundo — mas a pontuação isolada engana. Guia prático: aplicação, faixas de gravidade, item 9 e acompanhamento longitudinal.
- CFM 2.454 em vigor desde 26/08: o checklist do psiquiatra (2026-08-09)
Em 26 de agosto a Resolução CFM 2.454/2026 passa a valer — inclusive para a IA que você já usa no consultório. Checklist objetivo: 7 itens do consultório individual, 4 da clínica com equipe e o que não é exigido.
- IA inclusa vs IA cobrada à parte: a conta real por mês (2026-08-08)
O mercado de prontuários adotou três modelos de cobrança para IA: inclusa no plano, add-on pago e exclusiva do plano topo. A diferença anual passa de R$ 6 mil. A matemática, com fontes e datas.
- Alternativa ao PsicoManager: comparação honesta para psicólogos (2026-08-08)
O PsicoManager é uma referência consolidada em psicologia. Se você está avaliando alternativas, esta comparação traz só fatos publicados, com data e fonte — e diz para quem cada um faz sentido.
- Como sair do seu prontuário atual sem perder dados: checklist de saída (2026-08-07)
Trocar de sistema não é arriscado — sair sem planejar é. O checklist completo: o que exportar, em que formato, o que a lei exige guardar, o que perguntar ao suporte e a ordem certa de cancelar.
- Memed sozinha ou prontuário com Memed integrada? A pergunta certa (2026-08-06)
Quem busca "alternativa à Memed" costuma estar fazendo a pergunta errada. A Memed é uma ótima ferramenta de prescrição — a decisão real é usá-la avulsa ou dentro do prontuário, no fluxo da consulta.
- IA que transcreve a consulta: como funciona e é seguro? (2026-07-22)
A transcrição por IA (scribe) escuta a consulta e ajuda a redigir a evolução. Veja como funciona, o que a LGPD e a CFM 2.454/2026 exigem, e o que observar para usar com segurança.
- Modelo de anamnese psiquiátrica completa (2026-07-22)
A anamnese psiquiátrica tem seções próprias que a diferenciam da clínica geral. Veja a estrutura completa, um modelo comentado e os pontos que não podem faltar na primeira consulta.
- Termo de consentimento para teleconsulta: modelo comentado (2026-07-22)
A Resolução CFM 2.314/2022 exige consentimento livre e esclarecido na telemedicina. Veja o que o termo precisa conter, um modelo comentado e como registrá-lo no prontuário.
- Modelo de laudo psiquiátrico: o que não pode faltar (2026-07-22)
O laudo psiquiátrico tem estrutura, finalidade e regras próprias (Resolução CFM 2.381/2024). Veja o que todo laudo precisa conter, um modelo comentado e os erros que mais o invalidam.
- Como reduzir o não comparecimento (no-show) no consultório de saúde mental (2026-07-22)
Faltas sem aviso desorganizam a agenda e interrompem o cuidado. Veja sete alavancas práticas — confirmação, lembrete, política de cancelamento e pagamento antecipado — para reduzir o no-show.
- Posso usar o ChatGPT para escrever a evolução do paciente? O que dizem a LGPD e a CFM 2.454/2026 (2026-07-22)
Colar dados de paciente no ChatGPT esbarra em sigilo, LGPD (dado sensível) e na nova Resolução CFM 2.454/2026. Veja o que pode, o que não pode e como usar IA com segurança na evolução clínica.
- Termo de Consentimento em Psicoterapia: o que o CFP exige (e um modelo) (2026-07-04)
A Resolução CFP 13/2022 obriga um contrato psicoterapêutico — mas ele pode ser verbal, e o termo escrito só é obrigatório em situações específicas. Veja o que precisa constar, quando o escrito é exigido e um modelo de cláusulas.
- Modelo de Anamnese Psicológica: roteiro, o que perguntar e o que diz o CFP (2026-07-03)
Não existe um formulário oficial de anamnese, mas há uma estrutura clínica consolidada e obrigações de registro que ela precisa atender. Veja um roteiro adaptável e as fontes do CFP e da literatura brasileira.
- Modelo de Prontuário e de Evolução em Psicologia: o que o CFP realmente exige (2026-07-03)
Não existe um formulário oficial único, mas existe um conteúdo mínimo obrigatório. Veja o que a Resolução CFP 001/2009 determina e um modelo prático de evolução (SOAP/DAP) que atende à norma sem burocratizar a sessão.
- Quanto Custa um Prontuário Eletrônico? Guia de Preços 2026 (2026-06-11)
Preços publicados pelos principais sistemas, coletados em junho e atualizados em agosto de 2026: de R$ 0 a R$ 679 por profissional/mês — mais um modelo flat por clínica. Tabela com fonte e data, custos ocultos e checklist antes de assinar.
- Primeira Consulta em Psiquiatria Adulta: 10 passos para conduzir bem (2026-05-17)
Um guia prático em 10 etapas para residentes e psiquiatras em início de carreira: da recepção do paciente ao fechamento, com tempo aproximado, perguntas-guia e armadilhas comuns em cada fase.
- CFM 2.454/2026: o guia definitivo da IA na medicina (e como registrar no prontuário) (2026-05-17)
A Resolução CFM 2.454/2026 entra em vigor 180 dias após a publicação no DOU de 27/02/2026. Guia artigo por artigo, lido na fonte oficial: o que a norma exige literalmente, o que é interpretação, modelos de registro prontos e o que ela não diz.
- SNCR e receita controlada eletrônica: o guia definitivo da RDC 1.000/2025 (2026-05-17)
Os novos modelos impressos já são obrigatórios; a etapa eletrônica do SNCR começou em 30/09/2026, no prazo fixado pela RDC 1.028/2026. Guia lido na fonte oficial: o que vale hoje, o prazo da transição, prorrogado até 03/03/2027, e como prescrever sem parar o consultório.
- Burnout em Psiquiatra: o esgotamento silencioso de quem cuida de saúde mental (2026-05-16)
Estudos brasileiros mostram alta exaustão emocional em cerca de um terço dos médicos, e a psiquiatria adiciona vetores próprios de risco pela carga emocional cumulativa da especialidade. Fatores específicos da rotina psiquiátrica, sinais precoces e estratégias práticas baseadas em evidência.
- Depressão Unipolar vs Bipolar Tipo II: o erro diagnóstico que custa o tratamento (2026-05-15)
Uma parcela significativa dos pacientes encaminhados como "depressão refratária" pode ter transtorno bipolar tipo II não diagnosticado. O custo não é só clínico — é farmacológico. Cinco sinais pra suspeitar antes de prescrever o segundo antidepressivo.
- As Novas Regras do CFM e SBIS para Prontuários Eletrônicos em 2026: O Que o Psiquiatra Precisa Saber (2026-04-26)
Descubra as exigências legais da Lei 13.787 e da LGPD para clínicas de saúde mental. Entenda por que sistemas genéricos expõem o médico a riscos jurídicos irreversíveis.
- Telemedicina Psiquiátrica: as regras do CFM (Resolução 2.314/2022) — guia atualizado em 2026 (2026-04-26)
Entenda as novas exigências de segurança, consentimento e armazenamento exigidas pelo Conselho Federal de Medicina.
Conheça os planos do CliniqMais
CliniqMais — prontuário eletrônico para psiquiatria e saúde mental no Brasil